sábado, 13 de agosto de 2011

SENTIDO DA AMIZADE






                                    Amizade .
Em sentido amplo, é um relacionamento humano que envolve o conhecimento mútuo e a afeição, além da lealdade .
 
Neste aspecto, pode-se dizer que uma relação entre pais e filhos, entre irmãos, demais familiares, cônjuges ou namorados, pode ser também uma relação de amizade, embora não necessariamente.

 Os melhores amigos muitas vezes se conhecem mais que os próprios familiares e cônjuges, funcionando como um confidente. Para atingir esse grau de amizade, muita confiança e fidelidade são depositadas.

 Muitas vezes os interesses dos amigos são parecidos e demonstram um senso de cooperação. Mas também há pessoas que não necessariamente se interessam pelo mesmo tema, mas gostam de partilhar momentos juntos, pela companhia e amizade do outro, mesmo que a atividade não seja a de sua preferência.


A amizade é uma das mais comuns relações interpessoais  que a maioria dos seres  tem na vida.[1]
Em caso de perda da amizade, sugere-se a reconciliação e o perdão. Carl Rogers diz que a amizade
"é a aceitação de cada um como realmente ele é".
A amizade pode ter como origem, um instinto de sobrevivência da espécie, com a necessidade de proteger e ser protegido por outros seres. Alguns amigos se denominam "melhores amigos".                                                                                                                                                                                                                                                                   VOCÊ POSSUI UM AMIGO EM ESPECIAL? ONDE? QUEM?




Popularmente, se diz que "o cão é o melhor amigo do homem".

                                               COMO É MARAVILHOSO TER E SER AMIGO
                                                           DE VERDADE!!! "                
.
A amizade, tem sido considerada pela religião e cultura popular, como uma experiência humana de vital importância, inclusive tendo sido santificada por várias religiões.
.
O QUE SE ESPERA DE UMA AMIZADE...
  • a tendência de desejar o melhor para o outro;
  • simpatia e empatia;
  • honestidade;
  • lealdade;
  • A amizade leva a um sentimento de lealdade, ao ponto de colocarmos os interesses do outro à frente de seu próprio interesse. Amizade resume-se em lealdade, confiança e amor, seja fraterno ou mais profundo;
  • Faz parte da amizade não exacerbar os defeitos do outro e dividir os bons e maus momentos;
  • Os amigos evitam ser sufocantes ao outro para que haja respeito nos direitos deste. Evitam também sufocá-los com exigências, para que não haja o risco de perdê-los;
  • Os amigos se sentem atraídos pelos outros pela forma que eles são e não pelo que eles possuem. As verdadeiras amizades tudo suportam, tudo esperam, tudo creem e tudo perdoam pelo simples fato de existir entre eles o verdadeiro amor, também conhecido como amor storge = amor de amigos.
.

                                    QUE BOM SER SEU AMIGO!!!!!!!!!

BULLYING,...MUITA ATENÇÃO!!!

                                   

VOCÊ ESTÁ ATENTO???

   
                   Bullying: mitos e verdades.
1

                           BULLYING: MITOS E VERDADES
Hoje, passando pelo site da psicopedagoga Clara, ela relata que no Jornal Notisul encontrou um ótimo texto de Patrícia Pozza na coluna Caminhos da Educação. Ela trabalhou com pais de alunos de uma escola sobre os mitos e as verdades do bullying e escreveu sobre alguns pontos dialogados no colégio. 
Para começar, Patrícia comenta sobre a grande repercussão de alguns casos de violência na escola, divulgados pela mídia, e do desconhecimento do que realmente seja este tipo de violência, existe a tendência de acreditar-se que todos os atos violentos que ocorram na escola são bullying.
Assim, como consequência da complexidade do estudo do bullying, muitos pais e profissionais que lidam com a clientela escolar podem considerá-lo algo que não o é. Por isso, é necessário conhecer e reconhecer o fenômeno, a fim de diferenciá-lo das brincadeiras ou atitudes inconsequentes próprias das diferentes idades, além das demais formas de violência.
O bullying “compreende todas as atitudes agressivas, intencionais e repetitivas que ocorrem sem motivação evidente, adotadas por um ou mais estudantes contra outro(s), causando dor e angústia, e executadas dentro de uma relação desigual de poder, tornando possível a intimidação da vítima” (Lopes Neto e Saavedra, 2003).
Para que se possa identificar o bullying, é fundamental que se leve em conta os critérios estabelecidos para o diagnóstico deste tipo de violência. São eles:
• Ações repetitivas contra a mesma vítima em um período prolongado de tempo.
• Desequilíbrio de poder, o que dificulta a defesa da vítima.
• Ausência de motivos que justifiquem os ataques.
O bullying se caracteriza por atitudes agressivas (físicas ou verbais), intencionais e repetidas, praticadas por um ou mais alunos contra outro. Não se trata de brincadeiras ou desentendimentos eventuais pois, os estudantes que são alvos, sofrem esse tipo de violência sistematicamente.
Patrícia mostra que é importante reafirmar que ele é diferente de uma brincadeira inocente, sem intenção de ferir. Também não se trata de um ato de violência pontual, de troca de ofensas no calor de uma discussão, mas de atitudes hostis, que violam o direito a integridade física e psicológica e à dignidade humana.
Portanto, ao analisar uma conduta agressiva, é imprescindível verificar se o ato preenche os critérios estabelecidos para a identificação do fenômeno. Somente depois o devido encaminhamento deve ser dado. Atuando dessa forma, a margem de erro é mínima, e as estratégias de atuação tornam-se mais efetivas.
SENHOR!!!
DÊ A CADA UM DA MINHA ESCOLA,DA MINHA CASA,DA MINHA VIDA E ÀQUELES QUE LEEM ESTE ARTIGO, DISCERNIMENTO,SABEDORIA E SUA VISÃO PARA ATUAR SEMPRE ABENÇOADOS POR TI..... 

Ouça!!!

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

MEU FILHO,...UM BOM CIDADÃO!!!!





                            

COMO ENSINAR SEU FILHO A SER UM BOM CIDADÃO!!!

Segundo Adozinda Kuhlmann, é preciso ter conhecimento do seu filho para passar para ele valores bacanas. “Os pais precisam respeitar e saber o que se passa com o filho sempre”, afirma. Se ele também for respeitado, será mais fácil respeitar o próximo.



Dar o exemplo é a principal maneira de mostrar às crianças como elas podem – e devem – se comportar socialmente

Dentro e fora de casa, inevitavelmente, o comportamento dos pais influencia o dos filhos. Se você não está consciente disso, pense nas seguintes situações: será que pedir para a criança contar uma mentirinha ou deixar um carrinho de supermercado atrapalhando a passagem de outros veículos são bons exemplos? Se quiser criar uma criança socialmente boa, que respeita os outros, a resposta é não.

Segundo a educadora Adozinda Kuhlmann, que recebeu o título de Cidadã Paulistana em 2007, aos seus 90 anos, os exemplos que os pais dão funcionam muito melhor do que as regras. “Nós nascemos para conviver, e respeitando as pessoas com quem você convive, o sentimento social de todos ao redor acaba se aprimorando”, revela.


Informação, debate e exemplo.


Para que uma criança adote uma postura socialmente correta e viva bem em sociedade, primeiramente é preciso que os pais reflitam sobre o assunto. Segundo Daniela de Rogatis, coordenadora da Companhia de Educação , que auxilia pais na educação dos filhos, a criança vai acompanhar o modo como os pais se comportam na vida social. “Meu filho não será gentil se eu não for gentil, se a gentileza não for um valor dentro de casa”, diz. Por isso, ela explica que quando tal comportamento passa a fazer parte do dia a dia da criança, ele passa a ser natural para ela.


No entanto, o tratamento dos pais para com os filhos também faz uma grande diferença. A psicóloga infantil Beatriz Otero, da Clínica Multidisciplinar Elipse , diz que não adianta apenas dizer ao seu filho, por exemplo, que é feio mentir. “Se ele se comporta de uma maneira errada, o ideal é conversar, explicar a situação, as consequências daquele comportamento”, explica.

De acordo com Cláudia Porto, editora do Mingau Digital , site criado para crianças, pais e professores, famílias que aceitam qualquer comportamento de um filho não estão contribuindo para que ele cresça emocionalmente saudável. “E muito menos para que ele tenha uma vida feliz quando adulto”, completa.

Levar questões de sustentabilidade para dentro de casa pode proporcionar à criança uma noção maior de respeito à diversidade e ao meio ambiente. “O que é sustentável pode ser abordado em diversos aspectos, principalmente a questão do consumo, de como lidamos com as coisas dentro de casa”, afirma Rogatis. Você sempre trata lixo como lixo ou aproveita a caixa do brinquedo para outra coisa? Se uma criança aprende que tudo pode ser aproveitado, ela passa a incorporar esta noção. Assim, os pais abrem mais espaço para discutir sobre o que é ser socialmente saudável.


Fora de casa

Para uma criança adotar uma atitude generosa em relação ao mundo, é preciso que os pais tenham paciência e deem importância para o assunto. Porém, há diversas iniciativas que também podem ser tomadas, como mostrar à criança que não somente os pais agem de determinada forma, mas pessoas que estão no meio social em que ela vive, seja professores, pais dos amigos, outros parentes. “Uma tia que se oferece para ensinar a empregada a ler, um avô que ajuda a consertar brinquedos, isso tem um valor inestimável para a criança”, revela Porto.

Além disso, ele indica que, se for possível, é bom envolver a criança num projeto social ou ambiental. “Mas tem que ser um projeto que ajude a resolver um problema, e não assistencialista”, explica. Por exemplo: participar de um mutirão para limpar a praia, plantar mudas em áreas degradadas, ajudar a pintar um orfanato. Segundo a especialista, atitudes como estas farão com que a criança se sinta bem e ficará mais fácil para elas adotarem essa prática.

Se a escola que a criança estuda também procura ensiná-los sobre o que é socialmente benéfico e se preocupa com projetos sócio-ambientais, é mais uma oportunidade para a criança refletir sobre as responsabilidades que deve ter no meio em que vive. Com três filhos pequenos de diferentes idades – nove, seis e cinco anos –, Rogatis conta que eles também estão inseridos neste aprendizado; e também levam reflexões para dentro de casa. “Na escola eles obtêm bons exemplos, como a questão da economia de água que eles incorporaram e trouxeram para casa”, afirma. Ela acredita que, em alguns aspectos, eles refletem até melhor do que os adultos sobre que conduta deve ser tomada.

Respeitar a criança


Além disso, ela explica que não adianta querer cercear a criança, ficar em cima para que ela faça isso ou aquilo. “É preciso explicar o que acontece, as razões para aquilo e as consequências dos atos”, completa.

Com o trabalho das escolas, ONGs e até mesmo da mídia, as crianças hoje estão mais informadas sobre as questões da cidadania. “Elas estão num ambiente que proporciona oportunidade para ser socialmente melhor”, afirma Rogatis. Mas os pais também devem aproveitar este momento para refletirem sobre o próprio papel no tema e, assim, passarem uma postura mais sustentável para os filhos – sempre com naturalidade.

6 dicas práticas

- Adote um animalzinho carente. Isso ensina a criança desde cedo a ter mais compaixão e a cuidar do próximo




- Dê o exemplo primeiro. Não adianta xingar as pessoas no trânsito e depois exigir que o seu filho não xingue o amiguinho

FAÇA,DÊ LIMITES,SEJA E EXIJA..... !!!!   
                       

terça-feira, 9 de agosto de 2011

ABUSOS EM CRIANÇAS ,ADOLESCENTES E IDOSOS!...NÃO!!!!!!!!!




   
( TEMA EXTRAIDO DO BLOG-Criança Genial - Um blog de gente pequena feito para gente grande. By Wilian Mendes )



Silêncio dos Pequenos Mártires

Leia este artigo e faça seu comentário!! Divulgue-nos na sua Rede Social.
É necessário desmistificar o sentido e conceito de violência doméstica, ao se pensar neste assunto o que vem a mente são aquelas páginas policiais dos noticiários onde demonstram casos de agressões físicas, espancamentos, abuso sexual, exploração do trabalho infantil na família, abandono e negligências grotescas, e até violência fatal, que ocasiona o óbito de criança e adolescente. É claro que esses exemplos demonstram realmente a violência escancarada e sem argumentos que inocentam seus autores, e são casos notificados junto à DDM – Delegacia da Mulher, onde além da mulher, também atende as crianças e adolescentes vitimizados, ao Conselho Tutelar e outros órgãos que defendem essa causa.
Lembrando que esses casos que são notificados, na verdade, é a ponta de um Iceberg, ou seja, um número muito maior de ações violentas contra crianças e adolescentes é realizado diariamente no âmbito doméstico, no convívio familiar, e são encobertos com a omissão das testemunhas oculares e auditivas, colocando-os num silêncio gritante de pequenos mártires.

.A VDCA – Violência Doméstica contra Criança e Adolescente está muito além disso tudo, não somente nos casos onde o grau de agressividade é marcado de uma forma muito elevada que deixam marcas físicas, como nas outras modalidades de violência que passam despercebidas aos olhos da sociedade; lembrando que há aquelas agressividades que não deixam marcas oculares, mas suas dores são muito maiores que hematomas físicos. Quando se trata da modalidade de violência física acredita-se que ela existe quando há um hematoma, uma marca no físico, tanto é que para o jurídico ela só é comprovada através de um exame pericial que aponta essa presença onde passa a ser uma prova material que ocorreu violência física.

Mas violência física é somente danos anatômicos ou quando causa dor física? A violência física não é somente quando causa hematomas, aliás as marcas demonstram um histórico de violência física e outras violências também. De uma certa forma a violência física é toda forma de disciplina que causa dor física, pois a criança tem o direito de ser “educada” sem dores físicas.
CONFIRA PORQUE PROFISSIONAIS BRASILEIROS SÃO CONTRA A EDUCAÇÃO ATRAVÉS DA DOR FÍSICA:
-Porque qualquer forma de bater em criança ou adolescente é punição corporal e isto é VIOLÊNCIA.
-Porque qualquer punição corporal – seja “leve” ou “pesada” – ensina à criança ou adolescente que a solução de conflitos pode ser obtida recorrendo à VIOLÊNCIA.
-Porque o castigo não deve ser uma punição corporal, nem implica necessariamente em causar DOR FÍSICA numa criança ou adolescente.
-Porque é uma estratégia muito duvidosa a longo prazo: pode funcionar no aqui agora mas não garante a não reincidência do comportamento punido.
-Porque EDUCAR BATENDO é uma prática não defendida hoje nem mesmo para animais.
-Porque 11 países do mundo, essa prática de disciplinar através da dor física já foi abolida com sucesso: Suécia (1979); Finlândia (1983), Dinamarca (1985); Noruega (1987); Áustria (1989); Chipre (1994); Letônia (1998); Croácia (1999); Alemanha e Israel (2000); e Islândia (2003).
Sabe-se que o ser humano é o resultado de sua construção ao longo da vida, e os alicerces dessa construção estão na primeira infância; a criança não tem noção de sua auto-imagem, de quem ela é, e são as palavras acompanhadas de afeto ou desafeto, paz ou violência, que geram imagens, e essas, comportamentos, os comportamentos são as extensões das imagens já formadas através dos nutrientes emocionais, biológicos e sociais que se recebeu. Comprova-se assim que é necessário na formação do ser humano a vivência de uma infância saudável longe da violência, seja ela física, psicológica, sexual e outras... para que ele venha a ser um adulto estruturado, que possa oferecer à sua família e à sociedade frutos saudáveis, e não a reprodução daquilo que recebeu de negativo.



TODA PESSOA QUER RECEBER AMOR,OFEREÇA-A

Como já foi dito, a pessoa só oferece aquilo que nela foi gerado, seu comportamento é fruto daquilo que antes fora recebido, por isso não é necessário apenas julgar esses frutos, mas procurar a compreensão de suas raízes.
Mártires são pessoas que sofreram muitos tormentos, há aqueles que chegaram até ao óbito, e em se tratando de pequenos mártires, são aqueles seres em formação que sofreram ou sofrem na fase em que mais precisavam ou precisam viver longe do sofrimento para ter uma construção adequada. São aqueles que viveram ou vivem em condições que contradiz aquilo que acima já foi dito, não possuem a nutrição das necessidades básicas da criança, e estão em situações de riscos onde descritos constam em cada artigo e inciso do Estatuto da Criança e do Adolescente, estatuto este que foi criado para a defesa de direitos dos pequenos mártires, crianças e adolescentes que estão nas condições que privam sua formação enquanto ser humano e cidadão.
Já se foi o tempo em que a família era uma propriedade privada onde cada um tinha a sua e ninguém tinha nada haver com isso; hoje se sabe que muitos pequenos mártires sofrem no silêncio - num sofrimento que grita através das linguagens silenciosas do inconsciente – cada cidadão precisa romper o muro do silêncio permitindo que a voz de cada pequeno mártire encontre a liberdade e a esperança, transpassando os limites da dor, além da espada e da balança da justiça. É necessário descer do ponto de vista cauterizado pelos paradigmas do conhecimento e aproximar da vista do ponto do vitimizado, construindo assim a relação de ajuda sócio-protetitiva.
         VOCÊ TAMBÉM É RESPONSÁVEL!
.
A sociedade, na maioria das vezes, desconsidera ou menospreza essa questão de VDCA, pois ela é regida por um sistema “Adultocêntrico”, onde a relação do adulto com a criança, ao longo de toda a história, em diferentes sociedades e épocas, incluindo-se algumas atuais, tem sido sempre mais fortemente influenciada e guiada por necessidades imediatistas e exploradoras do que por consciência de que da formação e educação da infância e do grau de qualidade afetiva de sua relação com o adulto depende, diretamente, a qualidade de vida da sociedade no seu futuro mediato.



       A criança é sempre a portadora do futuro. É necessário derrubar o paradigma que defende a criança e o adolescente como sendo o futuro da sociedade, e acreditar que para esse futuro ser saudável é necessário encontrar o espaço delas no presente, como agentes sociais, que tem direitos e necessidades de serem ouvidas. É necessário ter um olhar evasivo e não invasivo, permitir o mundo da criança e do adolescente fazerem parte do meio, e não viver apenas o cenário do adulto, isso é o verdadeiro protagonismo infanto-juvenil.
A violência intrafamiliar contra crianças e adolescentes é uma prática que se confunde com a própria história da humanidade. Segundo Lloyd deMause(1975): “A história da infância é um pesadelo do qual recentemente começamos a despertar. Quanto mais atrás regressamos na história, mais reduzido o nível de cuidado com as crianças , maior a probabilidade de que houvessem sido assassinadas, aterrorizadas e abusadas sexualmente.” Esse histórico traz à atualidade mitos que reforçam no inconsciente coletivo da sociedade, justificativas para cometerem atos de violência doméstica como algo “normal” e educativo. Quando os direitos da criança e do adolescente são violados em seu ambiente doméstico, também são violados os direitos humanos, independe de herança ou costumes familiares, violência é violência, não há justificativas para os mitos familiares. Drª Viviane Guerra conceitua Violência Doméstica contra
Crianças e Adolescentes como todo ato ou omissão praticado por pais, parentes ou responsável contra crianças e/ou adolescentes que – sendo capaz de causar dano físico, sexual e/ou psicológico à vítima – implica, de um lado, numa transgressão do poder/dever de proteção do adulto e, de outro, numa coisificação da infância, isto é, numa negação do direito que crianças e adolescentes têm de ser tratados como sujeitos e pessoas em condição peculiar de desenvolvimento.
A violência doméstica costuma produzir três tipos preferenciais de vítimas:
-Crianças/Adolescentes,
-Mulheres e
-Idosos;
Suas modalidades podem ser:
-física,
psicológica,
-sexual,
-negligência e
-abandono, podendo ser Comissiva (ações) ou Passiva (omissão).
MODALIDADES DE VDCA
A VIOLÊNCIA FÍSICA é muito questionada pelos pesquisadores e autoridades da sociedade, é violência física o ato que causa dano anatômico ou dor física? O LACRI – Laboratório de Estudos da Criança, do Instituto de Psicologia da USP (Universidade de São Paulo/SP) considera violência física toda ação que causa dor física numa criança, desde um simples tapa até o espancamento fatal representam um só ato de violência. O LACRI defende a não violência, e possui uma campanha que alcança todo Brasil,chama-se“Palmada Já Era!”.
VIOLÊNCIA SEXUAL configura-se como todo ato ou jogo sexual, relação hetero ou homossexual, entre um ou mais adultos e uma criança ou adolescente, tendo por finalidade estimular sexualmente uma criança ou adolescente ou utiliza-los para obter uma estimulação sexual sobre sua pessoa ou outra pessoa. Ressalte-se que em ocorrências desse tipo à criança é sempre VÍTIMA e não poderá ser transformada em RÉ. A intenção do processo de violência sexual é sempre o prazer (direto ou indireto) do adulto, sendo que o mecanismo que possibilita a participação da criança é a coerção exercida pelo adulto, coerção esta que tem suas raízes no padrão adultocêntrico de relações adulto-criança, vigente na sociedade. A violência sexual doméstica é uma forma de erosão da infância.

VIOLÊNCIA PSICOLÓGICA também designa como “tortura psicológica”, ocorre quando o adulto constantemente deprecia a criança, bloqueia seus esforços de auto-aceitação, causando-lhe grande sofrimento mental. Ameaças de abandono também podem tornar uma criança medrosa e ansiosa, podendo representar formas de sofrimento psicológico.
 Nas residências em que os pais negligenciam severamente os filhos observa-se, de modo geral, que os alimentos nunca são providenciados, não há rotinas na habitação e para as crianças, não há roupas limpas, o ambiente físico é muito sujo com lixo espalhado por todos os lados, as crianças são muitas vezes deixadas sós por diversos dias, chegando a falecer em conseqüência de acidentes domésticos, de inanição. A literatura registra, entre esses pais, um consumo elevado de drogas, de álcool, uma presença significativa de desordens severas de personalidade.
NEGLIGÊNCIA representa omissão em termos de prover as necessidades físicas e emocionais de uma criança ou adolescente. Configuram quando os pais (ou responsáveis) falham em termos de alimentar, de vestir adequadamente seus filhos, etc. e quando tal falha não é o resultado de condições devidas além do seu controle. A negligência pode se apresentar como moderada ou severa.
VIOLÊNCIA FATAL dirigida a crianças e adolescentes é conceituada como atos e/ou omissões praticados por pais, parentes ou responsáveis em relação a crianças e/ou adolescentes que – sendo capazes de causar-lhes dano físico, sexual e/ou psicológico – podem ser considerados condicionantes (únicos ou não) de sua morte.
Uma epidemia se desenvolve no país, escondida pela falta de estatísticas e o silêncio da população – a violência contra a criança, que se manifesta por meio de maus tratos que vão da negligência ao abuso sexual, e pode levar à morte. Estimativas encontradas na literatura médica indicam que cerca de 10% das crianças levadas a serviços de emergência por trauma são vítimas de maus tratos. Sem ajuda adequada, 5% delas provavelmente morrerão nas mãos dos agressores.
“A criança brasileira é silenciosa, quase não deixa marcas no passado. Documentos oficiais pouco se preocupam com ela. Não é gratuito. Até 1990, até o Estatuto da Criança e do Adolescente, nós pouco preocupávamos também. Isto reflete descaso.” (Mary Del Priore – Entrevista concedida a Almanaque Brasil, Positivo, Outubro, 2004)
De acordo com as estatísticas pode ser entendida, à luz da hipótese, a existência camuflada no Brasil de uma “Cultura Abandômica de Crianças”,
De acordo com as estatísticas pode ser entendida, à luz da hipótese, a existência camuflada no Brasil de uma “Cultura Abandômica de Crianças”,
                                                        
                                                                DENUNCIE!!

  


Os números maiores de VDCA concentram-se em Negligência e Abandono. A realidade da pesquisa e
De acordo com as estatísticas pode ser entendida, à luz da hipótese, a existência camuflada no Brasil de uma “Cultura Abandômica de Crianças”,
 A investigação da VDCA no Brasil é muito precária devida os dados dizerem respeito mais à incidência (os dados numéricos registrados nos órgãos que recebem denúncias de VDCA) quase nunca à prevalência (os dados numéricos da VDCA que fica no silêncio e das que ficaram nas marcas do silêncio do passado), assim como não realiza estudos sistemáticos e oficiais; cobre a realidade de algumas modalidades do fenômeno (violência física e violência sexual), enquanto outras continuam maquiavelicamente ocultas (violência psicológica e negligência); a camuflagem da violência doméstica fatal por atos ou omissões – matam seus filhos ou deixam-nos morrer de morte morrida ou matada; o tradicional “complô do silêncio” sempre cercou a VDCA no Brasil; não existe um banco de dados oficial e tradicional que possa gerar políticas públicas concretas para defender a causa, existem mais ações privadas e não-governamentais.
Quando se tiver uma suspeita de violência, relatos de crianças, ou algo parecido, deve-se sempre dar maior valor à voz da criança e/ou adolescente.
“Mas é preciso chegar antes que uma criança ou adolescente seja vítima de violência doméstica tornando-se um prontuário médico, um boletim policial, um processo judicial, um dossiê psicossocial, uma notícia no jornal ou... um corpo no necrotério!” (Drª Maria Amélia Azevedo – LACRI/IPUSP)

TODO ATO DE VIOLÊNCIA CONTRA CRIANÇA E ADOLESCENTE, TODO ATO QUE VIOLE OS DIREITOS DOS PEQUENOS MÁRTIRES DEVE SER DENUNCIADO!!! JUNTO À DELEGACIA DA MULHER OU AO CONSELHO TUTELAR DE SUA CIDADE!!!DENUNCIE!!!

                                                       Autor:
ELIAS LOPES VIEIRA
Educador, Especialista em Psicanálise Clínica, Especialista em Psicanálise e Educação, Especialista em VDCA - Violência Doméstica Contra Criança e Adolescente pelo Instituto de Psicologia da USP/SP
Presidente do CMDCA - Conselho Municipal dos Direitos da Criança e do Adolescente de Ilha Solteira/SP, Conselheiro Estadual do CONDECA - Conselho Estadual dos Direitos da Criança e do Adolescente do Estado de São Paulo/SP
Contatos: eliaslopesvieira@bol.com.br
-
Pedofilia Não!!(Extraido do blog da Criança Genial - Um blog de gente pequena feito para gente grande. By Wilian Mendes )
Pedofilia Não!!DEUS!!! PROTEJA NOSSAS CRIANÇAS,JOVENS E IDOSOS...!
OUÇA!!
Antes de você nascer,DEUS sonhou com você!
                                                                                                                  

  PERFEITOS AOS OLHOS DO PAI!...

                                               
 IGUAL A VOCÊ NÃO HÁ!                
                                                                                                        
 
AMÉM...!!